Jamyla's profileMylóca !!!!PhotosBlogLists Tools Help

Blog


    September 26

    Arnaldo Jabor

     
     
    EU TE AMO NÃO DIZ TUDO... por Arnaldo Jabor



    O cara diz que te ama, então !  Ele te ama.

    Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado.

    Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as 3 palavrinhas  mágicas.

    Mas ouvir que é amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de
    quilômetros.

    A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras, precisa
    de lealdade, sinceridade, fidelidade...

    Sentir-se amado, é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que
    zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando
    certo, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida
    em você quando for preciso.

    Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou há dois anos
    atrás; é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica
    triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que
    você está fazendo uma tempestade em copo d'água.

    Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a
    mágoa em munição na hora da discussão....

    Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro.

    Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que
    tudo pode ser dito e compreendido.

    Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar
    um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito
    tempo.

    Sente-se amado quem não ofega, mas suspira;

    Quem não levanta a voz, mas fala;

    Quem não concorda, mas escuta.

    Agora, sente-se e escute: Eu te amo não diz tudo!
     
    September 12

    O paradoxo do nosso tempo...

    O Paradoxo do Nosso Tempo

    George Carlin

    Nós bebemos demais, gastamos sem critérios, Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente vamos a igreja.

    Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

    Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.

    Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.

    Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar
    um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.

    Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.


    Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso
    preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas
    realizamos menos.

    Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

    Construímos mais computadores para armazenar mais informação,
    produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.

    Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de
    caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.

    Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares
    despedaçados.

    Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das
    rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".

    Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.

    Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa
    reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.

    Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre.

    Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.

    Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua companheira (o) e às pessoas que ama,
    mas, em primeiro lugar, se ame... se ame muito.

    Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.

    Por isso, valorize sua familia e as pessoas que estão ao seu lado, sempre.